Lynda Lovato SouzaOFICIAL ♥ Come on #COMEBACK #DemiGo back, cover myself @ddlovato's office in Brazil ♥ https://twitter.com/lynda_dlovato
quarta-feira, 29 de setembro de 2021
Demi Lovato revela contato com alienígenas: ‘Experiência linda’
“Fomos para o deserto em Joshua Tree e eu basicamente vi esta orbe azul que estava a cerca de 15 metros de distância, talvez menos, e era como se estivesse flutuando acima do solo, apenas cerca de 10 ou 15 pés, e era meio que mantendo distância de mim”, disse Lovato durante uma entrevista recente ao E! Notícias do “Daily Pop.”
A ex-estrela juvenil da Disney promove seu novo projeto, a série documental ‘Unidentified With Demi Lovato‘, lançamento do serviço de streaming Peacock. De acordo com Lovato, o programa, que apresentará ao lado da irmã Dallas Lovato e do melhor amigo Matthew Scott Montgomery, se prestará a tentar “descobrir a verdade sobre os fenômenos de OVNIs”.
A experiência fez com que Demi mudasse a maneira como ela vê o mundo. “Você tem um pressentimento e, de repente, esse pressentimento é confirmado”, explicou e cantore. “Isso muda a sua realidade, com certeza”, continuou. Em um trailer de ‘Unidentified’, Lovato expressa o desejo de “descobrir o que realmente aconteceu” durante suas interações com a misteriosa orbe azul. De acordo com a cantora, porém, esta não foi a primeira vez que interagiu com visitantes de origem desconhecida. Lovato explicou em outra entrevista que eles ficaram fascinados por OVNIs depois de uma “profunda experiência” nas comemorações de seu 28º aniversário em 2020.
“Fiz contato [alienígena] e foi uma experiência bastante alucinante. Desde então, comecei a olhar mais para isso e queria fazer um programa sobre isso ”, disse à Entertainment Weekly. “Estávamos observando as estrelas e tentamos fazer esse protocolo em que você faz contato e, de repente, algo apareceu diretamente acima de nós no céu”, elaborou Lovato, acrescentando que viu “luzes enormes que fizeram um ponto de interrogação no céu” antes de desaparecer.
ONU sugere lista com 55 medidas para o Brasil pós-covid
Priorizar a reabertura de escolas com segurança. Garantir renda básica universal. Conectar todas as crianças e adolescentes à internet até 2030. Oferecer linhas de crédito verde atrativas e investir em cidades inteligentes. Essas são algumas das 55 medidas para o Brasil superar a crise provocada pela covid-19 e promover a recuperação em curto e longo prazo.
É o que sugere relatório divulgado nesta quarta-feira, 29, por agências da Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Com o título “Covid-19 e Desenvolvimento Sustentável: Avaliando a crise de olho na recuperação”, o trabalho é resultado de uma força-tarefa de especialistas e teve participação do Pnud, do Unicef e da Unesco.
No estudo, o grupo analisa repercussões do coronavírus em diversos setores, como saúde, educação, economia e meio ambiente. Em contrapartida, também afirma que o processo de recuperação representaria uma “oportunidade histórica para se reimaginar as sociedades” e “alcançar um futuro melhor para todas e todos”.
Os pesquisadores consideram a pandemia “a pior crise sistêmica já vivida no planeta” desde a criação da ONU. Por causa do cenário, especialistas projetam um recuo global (-0,018) no Índice de Desenvolvimento Humano 2020 (IDH) – a primeira tendência de queda esperada para o indicador desde 1990.
Entretanto, os impactos teriam sido “desproporcionais”, “aprofundaram desigualdades” e dificultaram o “alcance do desenvolvimento humano e sustentável estabelecido pela Agenda 2030 das Nações Unidas” no Brasil e no mundo. “Embora todos os países sejam afetados, sociedades mais desiguais são as que mais sofrem com as consequências”, diz o relatório.
“Os mais vulneráveis – países e populações – têm maior dificuldade de recuperação e o cenário, já complicado (como efeito da crise econômica de 2008), tornou-se ainda mais crítico, já que muitos recursos precisarão ser mobilizados para socorrer as vítimas diretas e indiretas da doença”, afirma.
Para o Brasil, o relatório analisa 94 indicadores de vulnerabilidade e de capacidade de resposta à pandemia, a partir dos quais estabelece as diretrizes da retomada. “Uma recuperação eficaz dependerá de esforços conjuntos para fortalecer os sistemas de saúde, reforçar a proteção social, criar oportunidades econômicas, ampliar a colaboração multilateral e promover a coesão social.”
Acesso à tecnologia
Ao menos 147 países fecharam escolas por causa da pandemia, o que representaria mais de 1,4 bilhão de alunos afetados, ou cerca de 86% da população estudantil mundial. No Brasil, o Unicef estima que 5,5 milhões de crianças e adolescentes tiveram o direito à educação negado em 2020. “Se no início da pandemia não foram considerados como grupos de risco direto, são elas, de fato, as vítimas ocultas da covid-19”, diz o relatório.
Para parte das crianças, a suspensão das atividades escolares também repercute na segurança alimentar e acesso à infraestrutura de saúde, água, saneamento e higiene. “Os impactos para crianças e adolescentes podem perdurar por toda a vida”, afirma o estudo. “Sem deixar de lado as medidas essenciais para conter a propagação do novo coronavírus, é preciso ter clareza sobre os impactos do fechamento de escolas por um longo período na aprendizagem, na nutrição – uma vez que muitos deles dependem da merenda escolar – e na segurança de crianças e adolescentes, em especial os mais vulneráveis.”
Outro desafio é o acesso desigual à tecnologia, que pode provocar aumento de taxas de abandono escolar, trabalho infantil e gravidez na adolescência, de acordo com o relatório. “Com o fechamento massivo de estabelecimentos escolares, o ensino remoto mediado por tecnologias apresenta-se como uma alternativa para a continuidade da aprendizagem”, descreve. “No Brasil, 28% das famílias não têm acesso à internet, porcentual que aumenta conforme a renda diminui e chega a 48% em áreas rurais”.
Políticas sugeridas pelos pesquisadores passam por reabrir escolas, estabelecer parcerias para inclusão digital, manter serviços de saúde, além de criar oportunidade de trabalho para jovens entre 14 e 24 anos. “Sem ação coordenada para prevenir, mitigar e responder aos efeitos da pandemia, as consequências para este segmento agora, e para a sociedade como um todo no futuro, serão graves.”
Proteção social e desenvolvimento sustentável
O relatório aponta, ainda, que a pandemia expôs ainda mais a desigualdade no Brasil, com diferenças de acesso à “proteção social, serviços públicos de saúde, emprego e à renda e moradia adequada”. “A proteção social pode ser uma ferramenta crucial não apenas para ajudar as famílias a se manterem à tona no curto prazo, mas também para combater a desigualdade de forma mais ampla”, diz.
Os pesquisadores sugerem foco para eliminar desigualdades. Entre as medidas, estão políticas de transferência de renda e inclusão financeira, estímulos fiscais e investimentos em saneamento universal. “Estima-se que o pacote emergencial do governo federal some um gasto de R$ 524 bilhões, em 2020”, afirma. “Para assegurar uma recuperação resiliente e inclusiva em todos os níveis, o Brasil deve também continuar a enfrentar os desafios do desenvolvimento sistêmico.”
Em paralelo, a recuperação e a resposta ao coronavírus devem estar em consonância com questões climáticas e proteção ao meio ambiente, de acordo com os especialistas. Matriz energética limpa, incentivos à agricultura familiar e investimentos em projetos sustentáveis são iniciativas defendidas pelo relatório. “Muitas dessas soluções têm efeitos em cascata, com benefícios para a saúde e a economia, ao mesmo tempo que criam resiliência a desastres futuros”, diz.
“O Brasil precisa criar uma recuperação que ‘reconstrua melhor’, o que significa não só recuperar de imediato as economias e os meios de subsistência, mas também salvaguardar a prosperidade a longo prazo”, afirma o relatório. “Para isso é necessária uma nova geração de políticas públicas e transformações sociais que facilitem a transição para uma sociedade menos desigual, mais resiliente e com impactos controlados sobre a natureza. O futuro começa hoje, não amanhã.”
Minha opiniao: duvido o braisl fazer, ok? enfim, ....
quinta-feira, 23 de setembro de 2021
23 de setembro 2020. 0940 da manha no brasil, 0540 da manha nos usa....
sexta passada estava com coração apertado, pois sobre o rock in rio 22,
ontem o sinal veio, enfim,
agradeço a todas as mensagens que recebi, mas falo para vc, e foda, nao ter grana,
to juntando pro passaporte, e tenho que aumentar, e tb se vc puder me ajudar, gravo tb,
assim:
Oi gente. Soube q em abril de 2022 evai abrir a novos ingressos ao Rock in rio pro show.
Se tocar no coracao puder me ajudar.
Esta ai meu pix na conta do nubank.
llyndadlovato@gmail.com
Obrigada
Se vemos la.
Deus abencoe a vcs.
Lynda lovato.
Aloha....
quinta-feira, 9 de setembro de 2021
Sep 8, 2021 11:00pm PT
‘Global Citizen Live’ Solidifies L.A. Lineup With Stevie Wonder, H.E.R., Demi Lovato, Adam Lambert Set for the Greek
Duran Duran, Kylie Minogue and Maneskin will be among the performers in London.
Lineups for the Los Angeles and London components of the “Global Citizen Live” broadcast have been revealed, with the L.A. show set for the Greek Theatre on Sept. 25 and featuring Stevie Wonder as headliner. Joining the veteran star on the Greek bill are H.E.R., Demi Lovato, Adam Lambert, Chloe x Halle, OneRepublic, the Lumineers, Ozuna and 5 Seconds of Summer.
In London, Duran Duran will headline, with Kylie Minogue, Maneskin, Nile Rodgers & Chic and Rag’n’Bone Man rounding out the bill at a yet-to-be-disclosed “spectacular location.”
Tickets for the L.A. show are now available at globalcitizenlive.la and can be “earned by taking action” toward Global Citizen’s goals, similar to the concerts already announced for New York City’s Central Park and Paris near the Eiffel Tower, which have ticketing opportunities at GlobalCitizenLive.org. The London show will be a non-ticketed event.
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